sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Oração da Sagrada Família


Ó Sagrada Família de Nazaré, ensina-nos o recolhimento, a interioridade; dá-nos a disposição de ouvir as boas inspirações e as palavras dos verdadeiros mestres; ensina-nos a necessidade do trabalho de preparação, de estudo, da vida interior pessoal, da oração, que só Deus vê secretamente, ensina-nos o que é família, sua comunhão de amor, sua beleza simples e austera, seu caráter sagrado e inviolável.

Deus Pai, nós te pedimos por nossa família. Queremos ser sua pequena Igreja doméstica e que nosso lar reflita o amor com que nos criaste, livre e fortalecido. Ajuda-nos a nos manter unidos e a viver nossa fé comum nesta sociedade que não favorece os valores familiares.

Que nos amemos cada dia mais, sabendo compartilhar, com generosidade, os bens materiais e espirituais. Ensina-nos a crescer na santidade de vida.

Que os mais velhos saibam dar bom exemplo no cumprimento de nossos deveres cristãos. E que os mais jovens aprendam a viver no amor e a descobrir sua própria vocação na vida.

Dá-nos força para viver um amor incansável, sendo solidários com outras famílias necessitadas de pão, justiça, amor e compreensão.

Virgem Maria, Mãe da Igreja, protege-nos e dá-nos o amor com que Cristo nos amou. Amém

Fonte: Livro de orações (Ed. Ave Maria)

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

O dogma da Assunção de Maria




O dogma da Assunção refere-se a que a Mãe de Deus, no fim de sua vida terrena foi elevada em corpo e alma à glória celestial. Este dogma foi proclamado ex cathedra pelo Papa Pio XII, no dia 1º de novembro de 1950, por meio da Constituição Munificentissimus Deus:
"Depois de elevar a Deus muitas e reiteradas preces e de invocar a luz do Espírito da Verdade, para glória de Deus onipotente, que outorgou à Virgem Maria sua peculiar benevolência; para honra do seu Filho, Rei imortal dos séculos e vencedor do pecado e da morte; para aumentar a glória da mesma augusta Mãe e para gozo e alegria de toda a Igreja, com a autoridade de nosso Senhor Jesus Cristo, dos bem-aventurados apóstolos Pedro e Paulo e com a nossa, pronunciamos, declaramos e definimos ser dogma divinamente revelado que a Imaculada Mãe de Deus e sempre Virgem Maria, terminado o curso da sua vida terrena, foi assunta em corpo e alma à glória do céu".
O Novo Catecismo da Igreja Católica declara:
"A Assunção da Santíssima Virgem constitui uma participação singular na Ressurreição do seu Filho e uma antecipação da Ressurreição dos demais cristãos" (n. 966).

Fonte Padre Cristiano Henrique de Sousa

quinta-feira, 26 de julho de 2012

SANTA ANA MÃE DA VIRGEM MARIA MÃE DE DEUS

Várias vezes a Bíblia cita o nome de Maria, a mãe de Jesus. Ela teve um pai e uma mãe, mesmo que a Bíblia não cite os seus nomes. O que sabemos deles provém da tradição. Esta nos informa que os pais da Jovem de Nazaré foram Joaquim e Ana. A festa deles é celebrada no dia 26 de Julho. Na Bíblia aparecem três mulheres importantes com o nome de Ana: a mãe de Samuel (1Sm 1,20), a mãe de Tobias (Tb 1,9), e a profetisa Ana, que encontrou Jesus no dia de sua apresentação no templo (Lc 2,36-38).

Os nomes de Joaquim e Ana aparecem primeira vez já no século II no Proto-evangelho de São Tiago. Mas o culto desses dois santos começou a desenvolver-se a partir do século VI no Oriente e no século seguinte no Ocidente. Sua festa só foi introduzida no calendário litúrgico século XVI.
Segundo os evangelhos apócrifos, Ana era filha de um judeu nômade chamado Akar, da tribo de Levi, e de Santa Emerenciana. O casal Akar e Emerenciana teve além de Ana outra filha: Santa Esméria, mãe de Santa Isabel e avó de João Batista. Por isso Maria e Isabel eram primas (Lc 1,36). José de Arimatéia era seu tio materno. Uma tradição carmelitana afirma: “A três eremitas do Carmelo foi manifestado o significado da expressão ‘broto do tronco de Jessé’ (cf. Is 11,1-2): de Santa Emerenciana nascerão Santa Ana, mãe da Virgem Maria – da qual nascerá o Salvador, e Santa Esméria, mãe de Santa Isabel - da qual nascerá João Batista” (cf. P. Dorlandus. De vita S. Annae). Ana casou-se com Joaquim, que era da estirpe de Davi. Foram morar em Jerusalém, ao lado da piscina de Betesda (Jo 5), onde hoje se ergue a Basílica de Sant’Ana. Uma tradição atesta que Joaquim, nascido em Nazaré, era um homem muito virtuoso e rico. Durante muitos anos, Joaquim e Ana foram publicamente debochados por não terem filhos. É bom lembrar que, na época o não ter filhos era considerado uma punição de Deus. Um dia Joaquim foi humilhado no templo pelo sacerdote Ruben que recusou a oferta dele. O sacerdote ainda jogou em sua cara que era um amaldiçoado por Deus e lhe disse: “Você não tem o direito de ofertar, porque não gerou um filho sequer!” A reação de Joaquim foi ir para o deserto, jejuar e rezar durante 40 dias.
Ana ficou em Jerusalém chorando. Não deixou de rezar e pedir a Deus a graça de ter um filho. Um dia, enquanto rezava, um anjo apareceu para Ana e disse-lhe que Deus tinha atendido as suas preces. O anjo disse-lhe ainda para ir encontrar o seu marido que, em obediência a outro anjo, estava retornando para casa. Eles se encontraram em um local que a tradição chama de Porta Áurea. Na ocasião Ana prometeu que consagraria a Deus a criança que nascesse de seu seio. Aos 40 anos de idade, Santa Ana concebeu e deu à luz a uma menina, que recebeu o nome de Maria. Ana cumpriu a sua promessa e ofereceu Maria a serviço de Deus, no templo, quando ela tinha 3 anos.
De acordo com a tradição Ana e Joaquim viveram o tempo suficiente para ver o nascimento de Jesus. Joaquim morreu logo após ver o seu Divino neto Jesus, quando este foi apresentado no templo de Jerusalém. No entanto uma tradição conta que ele morreu bem antes do nascimento de Jesus. Há também a tradição de que Ana faleceu antes do casamento de Maria e foi sepultada em Jerusalém ao lado de seu esposo.
O grande teólogo São João Damasceno apresentava Joaquim e Ana como modelos de pais e esposos cujo principal dever era educar seus filhos.
Mas também podemos vê-los como modelo de fidelidade e confiança em Deus, como modelo de pessoas que rezam e colocam suas vidas nas mãos de Deus.
Santa Ana é invocada como protetora das mães e das mulheres que estão para dar a luz.
Em alguns países as mulheres, que tem dificuldade para engravidar, fazem novenas a Santa Ana para conseguirem ter filhos.

Desenvolvimento da devoção

O culto litúrgico de Santa Ana apareceu no sexto século no Oriente e no século seguinte no Ocidente. O imperador Justiniano construiu, em Constantinopla, uma igreja em honra de Santa Ana em torno do ano 550. Seu corpo foi trasladado da Palestina para Constantinopla em 710 e algumas de suas relíquias estão dispersas no Ocidente, como em Duren (Rheinland-Alemanha), em Apt-en-Provence, (França) e Canterbury (Inglaterra).
No século X a festa da concepção de Santa Ana era celebrada em Nápoles e se espalhou para Canterbury pelo ano 1.100 d.C. Desenvolveu-se até século XIV, quando o seu culto diminuiu pelo crescente interesse pela sua filha, a Virgem Maria. O culto a Santa Ana chegou a ser atacado por Martinho Lutero, especialmente as imagens com Jesus e Maria, um aspecto favorito dos pintores da Renascença. Em resposta, a Santa Sé estendeu a sua festa para toda a Igreja em 1584.
No Brasil Santa Ana é Padroeira de:
-       2 Arquidioceses: Botucatu e Feira de Santana;
-       6 Dioceses: Caicó, Goiás, Itapeva, Óbidos, Serrinha e Tianguá;
-       2 Prelazias: Coari e Itaituba;
-       16 catedrais: Barra do Piraí, Botucatu, Caetité, Caicó, Coari, Feita de Santana, Goiás, Iguatu, Itaituba, Itapeva, Mogi das Cruzes, Óbidos, Ponta Grossa, Serrinha, Tianguá e Uruguaiana, além de inúmeras paróquias e capelas.
-       1 Estado: Goiás;
-        e muitas cidades, com destaque para Barra do Piraí, Botucatu, Caetité, Caicó, Coari, Feita de Santana, Goiás, Iguatu, Itaituba, Itapeva, Mogi das Cruzes, Óbidos, Ponta Grossa, Serrinha, Tianguá e Uruguaiana.
-   Não se pode esquecer que também numerosas vilas e bairros levam o nome de Santana, como em São Paulo, onde inclusive há uma estação do metrô.

Oração a São Joaquim e Sant'Ana
  Ó Beatíssimos pais da Mãe de Deus, S. Joaquim e Sant’Ana, nós vos saudámos e bendizemos com devoção e amor. Alegramo-nos de todo o coração pela vossa glória e por aquele sublime privilégio pela qual Deus vos escolheu para serdes os pais da Mãe de Deus, Maria Santíssima. Rogai por nós a Jesus e a Maria para que nós os agrademos em tudo. Tende piedade de nós como os pais têm de seus filhos. Nós vos pedimos do fundo do coração para que intercedeis ao vosso divino Neto para que nos ajude na nossa caminhada e ilumine os nossos espíritos. Sede nossos consoladores na vida e na morte. Assisti-nos na nossa última agonia, para que dignamente recebamos os santos sacramentos da Igreja e, partindo deste mundo com o coração contrito, possamos chegar ao céu.

Fonte: http://ocarmelo.blogspot.com.br/2012/07/santa-ana-26-de-julho.html

segunda-feira, 16 de julho de 2012

JESUS, O FILHO ÚNICO DE MARIA


Um aspecto muito importante que deve ser esclarecido é sobre os “irmãos” de Jesus:
Os irmãos de Jesus, como fica claro pelo próprio texto bíblico, eram filhos de Alfeu e sua esposa, e não de José e Maria. Em diversos lugares o Evangelho fala desses “irmãos”. Assim, Marcos e Lucas referem que “estando Jesus a falar, disse-lhe alguém: ‘eis que estão lá fora tua mãe e teus irmãos que querem ver-te’” (Mt 12,46-47; Mc 3,31-32; Lc 8,19-20 e também em Jo 7,1-10).
Toda a pessoa que pergunte sobre os irmãos de Jesus somente revela a sua ignorância da própria Bíblia. Até porque as línguas hebraica e aramaica não possuem palavras que traduzam o nosso ‘primo’ ou ‘prima’, e serve-se da palavra ‘irmão’ ou ‘irmã’.
No Antigo Testamento encontramos e sobretudo em Gn 37,16; 42,15; 43,5; 12,8-14; 39,15), sobrinhos, primos irmãos (1 Par 23,21), e primos segundos (Lv 10,4) – e até ‘parentes’ em geral (Jó 19,13-14; 42,11). Há muitos exemplos nas Sagradas Escrituras. Lê-se no Gênesis que ‘Taré era pai de Abraão e de Harão, e que Harão gerou a Lot’ (Gn 11,27) que, por conseguinte, vinha a ser sobrinho de Abraão. Contudo, no mesmo Gênesis, mais adiante, chama a Lot ‘irmão de Abraão’ (Gn 13,3). “Disse Abraão a Lot: nós somos irmãos” (Gn 14,14). Jacó se declara irmão de Labão, quando, na verdade, era filho de Rebeca, irmã de Labão (Gn 29,12-15).
No Novo Testamento, fica claríssimo que os ‘irmãos’ de Jesus não eram filhos de Nossa Senhora. Os supostos ‘irmãos’ de Jesus são indicados por São Marcos: “Não é este o carpinteiro, filho de Maria e irmão de Tiago, e de José, e de Judas e de Simão e não estão aqui conosco suas irmãs?” Tiago e Judas, conforme afirma S. Lucas, eram filhos de Alfeu e Cleófas: “Chamou Tiago, filho de Alfeu… e Judas, irmão de Tiago” (Lc 6,15-16). E ainda: “Chamou Judas, irmão de Tiago” (Lc 6,16).
Quanto a ‘José’, S. Mateus diz que é irmão de Tiago: “Entre os quais estava… Maria, mãe de Tiago e de José” (Mt 27,56). Em S. Mateus se lê: “Estavam ali (no calvário), a observar de longe…., Maria Mágdala, Maria, mãe de Tiago e de José, e a mãe dos filhos de Zebedeu”. Essa Maria, mãe de Tiago e José, não é a esposa de S. José, mas de Cléofas, conforme S. João (19,25). Era também a irmã de Nossa Senhora, como se lê em S. João (19,25): “Estavam junto à Cruz de Jesus sua mãe, a irmã de sua mãe, Maria (esposa) de Cléofas, e Maria de Mágdala”. Simão, irmão dos três outros, ‘Tiago, José e Judas’ são verdadeiramente irmãos entre si, filhos do mesmo pai e da mesma mãe. Alfeu ou Cléofas é o pai deles.
Da mesma forma, se Nossa Senhora tivesse outros filhos, ela não teria ficado aos cuidados de S. João Evangelista, que não era da família, mas com seu filho mais velho, segundo ordenava a Lei de Moisés. Eis um dilema sem saída para os protestantes, pois os ‘irmãos’ de Jesus são filhos de Maria de Cléofas e Alfeu.
Também decorre uma pergunta: Por que nunca os evangelhos chamam os ‘irmãos de Jesus’ de ‘filhos de Maria’ ou de ‘José’, como fazem em relação à Nosso Senhor? E por que, durante toda a vida da Sagrada Família, apenas conta-se três membros: Jesus, Maria e José?
Portanto, a própria Sagrada Escritura demonstra que os supostos ‘irmãos’ de Jesus são seus primos e não seus irmãos carnais. Sua afirmação de que o trecho de S. Mateus tem duas passagens, uma referindo-se à filiação carnal e a segunda à filiação espiritual fica sem sentido, visto que não conferem com o texto bíblico. Até porque o parentesco de sangue não é sequer mencionado pelos seus irmãos nas cartas que escreveram e que se encontram no Novo Testamento, indicando que não davam valor a isso. Ao invés disso, eles se dizem servos de Jesus Cristo.
Padre Bantu Mendonça

domingo, 24 de junho de 2012

PARA CHEGAR A JESUS VOCÊ TEM QUE SER GERADO NO ÚTERO DE MARIA



Tenho muitos filhos espirituais que são padres. O que acontece é que esse filhos precisam ser gerados, que o coração deles seja gerado na Virgem Maria. Porém, quando eu olho para um deles, vejo se perdendo, indo para o mal caminho, indo para a estrada da perdição. O primeiro passo que um padre dá para ser perder e se precipitar na rampa do inferno é o seguinte: eu quero ser diferente, eu sou mais eu, eu vou fazer o sacerdócio do meu jeito, eu não quero ser uma fotocópia do Padre Paulo, eu não vou pela cabeça dele. Mas, eu nunca pedi que me imitassem. O primeiro passo na direção do desfiladeiro é esse: eu sou especial, eu vou mostrar para esse paróquia o que é ser pároco. Esse foi o pecado de Lúcifer, que queria ser especial e não queria seguir a vontade de Deus.
Sendo uma criatura superior a Virgem Maria, por que Lúcifer perdeu a sua condição angelical?
Lúcifer foi criado como a criatura mais perfeita. Maria não foi criada como a criatura mais perfeita, mas tornou-se a criatura mais perfeita. Lúcifer era a criatura mais perfeita, mais cheia de luz, só que na sua soberba não quis servir, quis seguir o seu caminho, não quis obedecer. Por isso, do alto onde ele estava ele precipitou no inferno mais profundo. Existe uma hierarquia no inferno e no lugar mais baixo está Lúcifer. Ele está no pior lugar, porque, no seu orgulho, ele quis ser diferente. Maria foi criada imperfeita, tem um corpo e por isso é frágil. Não é como um anjo, que é superior ao ser humano. Porque ela se humilhou diante de Deus, por causa da sua humildade, deixou-se modelar completamente por Deus. A sua docilidade ela se deixou modelar completamente, por isso, ela está acima dos anjos mais altos, dos serafins, dos querubins. Ela está lá encima no Céu, é a criatura mais perfeita, bendita Virgem Maria, porque se humilhou e Deus a exaltou.
Os grandes de Deus foram sempre humildes e humilhados neste mundo. A Virgem Maria passou despercebida no Evangelho. Isso é uma das coisas que os protestantes alegam: veja, a Bíblia quase não fala da Virgem Maria. E a gente diz: é isso mesmo, porque ela passou silenciosa, Deus a exaltou. Porque é a humilde, silenciosa, que deixou seu testamento, as últimas palavras que ela deixou foram em Caná, na Galileia: “fazei tudo o que Ele vos disser” (Jo 2, 5). Ela desaparece, ela se humilhou, e por isso, Deus a exaltou sobremaneira, por causa da sua humildade. O Senhor olhou para a humildade da sua serva (Lc 1, 48). Deus resiste aos soberbos, por isso o caminho é o da humildade. Aceite ser escravo. Maria aceitou ser escrava. Ela disse: eis a escrava do Senhor (Lc 1, 38). Da sua parte aceite ser escravo, se humilhe, baixe a sua cabeça. Somente assim seremos modelados.
A forma de sermos de Deus é sermos modelados pela Virgem Maria. Assim como Jesus veio ao mundo pela primeira vez nesse molde, nós precisamos nos derreter e derramar nesse molde que é a Virgem Maria, para que Cristo seja em nós. A finalidade da Verdadeira Devoção a Virgem Maria é Jesus. Deus quis vir a esse mundo por meio de uma mulher e nós precisamos ser nascidos de mulher se queremos ser como Cristo. Se eu quero dizer que vivo, mas não eu, é Cristo que vive em mim (cf. Gl 2, 20), eu preciso deixar que Cristo seja gerado, modelado em mim no ventre de Maria.
O caminho de Deus é este, Ele escolheu esse caminho, não há outro. Mesmo os protestantes que buscam a santidade estão sendo gerados no ventre de Maria. Se neles existe alguma sombra de amor por Cristo, eles estão no útero de Maria sendo gestados, queiram ou não. Porque eu preciso ser esse bronze líquido, é que São Luís Maria usa essa linguagem de escravo, no “Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem“. A consagração é um estilo de vida. É por isso que nós precisamos aprender como se vive isso no dia a dia, para viver a consagração.

Fonte: Padre Paulo Ricardo

sábado, 16 de junho de 2012

CORAÇÃO DE MARIA, GUARDA-ME!







“Doce e Imaculado Coração de Maria, eu me consagro a vós. Guarde-me de todo mal, de todo pecado e restabelecei em mim a paz e a harmonia interior. Fazei de mim, minha Mãe, verdadeiro (a) devoto(a) do vosso Imaculado Coração e daí- me, por esta santa devoção, a graça da pureza e da santidade. Que a vosso exemplo, o meu coração possa também guardar todas as palavras de vosso Filho Jesus. Rogai por mim, ó Mãe Santíssima, para que eu seja digno(a) de vosso amor e das promessas de Jesus. Amém.”

quinta-feira, 7 de junho de 2012

MARIA, A MULHER EUCARISTICA


Maria, a mulher eucarística, que gerou o Corpo e o Sangue de Cristo.

Por isso, como membros do Corpo de Cristo, que é a Igreja, somos também formados no ventre virginal de Maria.

Nesse processo de formação, a consagração a Nossa Senhora tem particular importância, pois nos conforma a Jesus Cristo de forma mais plena.

Nos faz participar melhor dos sacramentos, principalmente o da Eucaristia, que é a fonte e o ápice da vida e da missão da Igreja.

A Maria, a mulher eucarística, somos chamados a nos consagrar inteiramente e a invocar sua intercessão, para que sejamos fiéis a missão que nos foi confiada por Cristo, para a maior glória de Deus e para a salvação dos homens e do mundo.